Lideranças
Na sessão desta segunda-feira (1º/2), no período de Lideranças, foram abordados os seguintes assuntos:
SAÚDE - Nilo Santos (PTB) disse que Carlos Todeschini (PT) foi leviano ao acusar Cláudia Brito, atingindo a honra das pessoas, falando da vida pessoal, sem considerar o passado, a história dessas pessoas. "Dizer que é a pior saúde? O vereador fica só batendo como se o secretário da Saúde não tivesse feito nada de bom", lamentou Nilo, afirmando que esse tipo de oposição o enoja. "Faça uma oposição decente, se espelhe no vereador Adeli, na Maria Celeste, no Mauro Pinheiro. Seu partido tem pessoas boas demais, que não merecem que o senhor esteja com eles", disse. "As denúncias de Adeli são equilibradas, não são pra atrapalhar. Não é um comportamento infantilóide e sem crédito", finalizou. (CK)
OPOSIÇÃO Adeli Sell (PT) voltou ao assunto abordado no Grande Expediente sobre o Instituto Sollus, dizendo ser papel da oposição discutir questões importantes para Porto Alegre e exemplificou: No ano passado, nossa colega Maria Celeste, era provocada e faziam pouco caso de suas colocações. O vereador referiu notas taquigráficas, nas quais desde 2007, aparecem referências ao Sollus, e lembrou que CPI solicitada por Aldacir Oliboni em 2007 não foi adiante. Agora, nesta comissão vamos elucidar todas as questões desde o início do contrato desse Instituto, e peço àqueles que têm maioria que não atrapalhem. Esse papel cabe a quem está na oposição. (AM)
COERÊNCIA João Pancinha (PMDB) definiu como normais as manifestações mais acaloradas que ocorrem no plenário. Pediu coerência e pronunciamentos responsáveis, defendendo estilo apaziguador: precisamos de uma oposição responsável e que seja direcionada a trazer problemas para serem resolvidos e não simplesmente agredir ou caluniar. Segundo Pancinha, o ano será trabalhoso e de muita discussão, mas estamos todos com intuito de trabalhar pela cidade; precisamos que nossos olhares estejam voltados para Porto Alegre. Quanto a CPI da Saúde, entende que não há o menor sentido para instaurá-la, já que agora cabe ao Ministério Público e a polícia averiguar irregularidades no Sollus. (AM)
SAÚDE - Carlos Todeschini (PT) garantiu que não serão ameaças ou ironias, que o impedirão de fazer críticas ao Sollus. Segundo ele, o Conselho de de Saúde, a Cosmam e o SindiSaúde já haviam denunciado a inidoneidade do Sollus. Em São Paulo, tinha sede fantasma, endereço fictício, e portanto uma fraude montada de antemão; a crônica de uma morte anunciada frisou o vereador. Quero que alguém me diga se é lícito autoridade receber presentes dos contratados, jóias carros, etc, ou o contratado receber informações privilegiadas em relação aos outros, questionou. Finalizou dizendo que o Conselho Municipal de Saúde não aprova as contas dessa administração desde 2007, porque é rigoroso e exige cumprimento das Leis. (AM)
Carla Kunze (reg. prof. 13515)
Ana Madeira (reg. prof. 4805)